quinta-feira, 25 de setembro de 2008

À bordo da História

"Debaixo d'água lá se vai a vida inteira/Por cima da cachoeira o gaiola vai subir" (Sobradinho - Sá & Guarabyra)

Todos à bordo, vai começar a história!

Vou falar nesta postagem sobre o barco Benjamim Guimarães.
O Benjamim Guimarães é um barco a vapor, único no mundo em atividade, que navega em caráter turístico pelas águas do rio São Francisco, num percurso que vai de Pirapora à Barra do Guaicuí, onde o rio encontra com o Rio das Velhas, proporcionando uma viagem prazerosa que dura cerca de 4 horas. Um passeio fantástico, romântico e alegre que é por bem comparado a um cruzeiro marítimo: um cruzeiro brejeiro!
Em outras épocas, esta embarcação ia até o município de Juazeiro na Bahia e as necessidades da viagem não eram precisamente turísticas. O barco levava cerca de 9 dias para completar o percurso de ida e 14 para completar o percurso de volta à Pirapora.


A HISTÓRIA

O Benjamim Guimarães foi construído em 1912 pela empresa James Rees & Company, em Mississipi, Massachusetts, EUA, onde serviu à navegação daquele rio famoso. Depois veio para o Brasil vendido à Amazon River Plate, e navegou na bacia amazônica, até que foi comprado, na década de 20, por Julio Mourão, que o remontou em Pirapora e o rebatizou, dando-lhe o nome de seu pai.

Na década de 40 o barco foi novamente vendido, desta vez à Navegação e Comércio do São Francisco, empresa do coronel Quintino Vargas. A existência do barco na região, juntamente com outros "gaiolas" como o Barão de Cotegipe, o Wenceslau Braz e o São Francisco, foi muito importante para a vida da população regional, mesmo tendo sido utilizado mais ao transporte de cargas do que o de passageiros. Mas esta parte da história viu seu fim nos anos 80, quando a navegação à vapor entrou em decadência.

Em 1995, o Benjamim Guimarães, através do IEPHA, foi tombado pelo patrimônio histórico e em 1997 se tornou patrimônio da cidade de Pirapora, graças a um acordo entre a Franave (Companhia de Navegação do São Francisco) e a prefeitura da cidade.


O barco passou por uma interdição pela Capitania de Portos de Minas Gerais em 1995, devido a falhas na caldeira, mas, a partir de 2002, sofreu uma restauração que o fez retornar a ativa.

Hoje, o Benjamim continua sendo uma atração para quem passeia pelos lados do Médio São Francisco. Uma viagem imperdível, cheia de poesia e histórias, que fazem com que a vida volte a ter júbilo e se transforme em uma festa intensa.

A CIDADE DE PIRAPORA

Seu nome tem origem no povo indígena que habitou as margens do Rio São Franscisco onde fica a cidade e significa salto do peixe. Isso deve-se ao fato de, no período da piracema, período de reprodução dos peixes, eles saltarem para vencer as corredeiras do rio à procura de locais calmos para a desova.

A cidade teve há algumas décadas uma importante função como centro econômico e entroncamento de transporte intermodal da região norte e noroeste do estado. Com a perda do seu antigo aeroporto e de suas linhas aéreas regulares, da estação ferroviária e do trem diário para a capital do estado e da navegação pelo Rio São Francisco, com barcos para Juazeiro, no estado da Bahia e Petrolina, em Pernambuco, perdeu a maior parte dessa função, atualmente preenchida, principalmente, pela cidade de Montes Claros.

Incoerentemente com o processo desse declínio, houve um super crescimento industrial do município, com suas indústrias exportando para países em quase todos os continentes, atualmente. Seus principais produtos são: ligas de alumínio, ligas de ferro, tecidos e uvas. A pesca e o turismo também fazem parte da economia local. Pirapora é o segundo maior pólo de industrialização do Norte de Minas Gerais, sendo classificada, portanto, como uma cidade de porte médio em relação a sua estrutura e funcionabilidade dentro de sua microrregião, isto é, sua capacidade de produção e prestação de serviços.

O Município de Pirapora está posicionado na interseção das coordenadas: latitude 17°21’55” ao sul da linha do Equador, e longitude 44°56’59” a oeste do Meridiano de “Greenwich”, inserido na microrregião Norte do Estado de Minas Gerais, na margem direita da zona do Alto Médio São Francisco, ocupando uma área territorial de 581 km² e se destacando como pólo microrregional.

Pirapora encontra-se inserida na área de jurisdição da ADENE - extinta SUDENE e tem como entidade de representação político-administrativa regional a AMMESF - Associação dos Municípios do Médio São Francisco. A microrregião de Pirapora é constituída por nove cidades: Buritizeiro, Várzea da Palma, Ibiaí, Jequitaí, São Romão, Lassance, Riachinho, Santa Fé de Minas e Lagoa dos Patos, tem sob sua área de influência, aproximadamente 23.113 km² e uma população superior a 150.000 habitantes.

Assim, o município tem uma economia sólida que o diferencia de outras cidades vizinhas, como pólo industrial, prestador de serviços e gerador emprego e renda.

Fonte: Wikipedia

LINKS
A cidade de Pirapora é uma das cidades mais festeiras de Minas e possui um dos melhores carnavais do Estado. Visite o site da prefeitura da cidade e confira sua agenda e também fotos exclusivas do Benjamim Guimarães. http://www.pirapora.mg.gov.br/

VÍDEOS NO YOUTUBE
Vídeo do barco em funcionamento
Especial sobre o Carnaval 2007 em Pirapora

sábado, 20 de setembro de 2008

Comida Di Boteco: A história

Um evento gastronômico recorrente desde 1999 e que já pode ser considerado uma anotação obrigatória na agenda de um bom mineiro. O Comida Di Boteco foi criado pelo produtor e apresentador de rádio Eduardo Maya, que na época do surgimento do evento apresentava o programa "Momento gourmet", que ia ao ar pela Rádio Geraes. A idéia era premiar bares e o primeiro colocado, durante 1 ano, desfrutaria do título de vencedor do concurso – e, portanto, melhor bar da cidade –, tornando-se conhecido (ou mais conhecido) e aumentando a clientela, ávida em degustar o prato campeão.

A emissora serviu também como uma grande aliada na implantação do projeto, atuando como âncora durante os três primeiros anos. Foi a diretora executiva da rádio na época, a publicitária Maria Eulália, quem batizou o festival.

Para entender o que se passava na cabeça de Eduardo, o projeto se desenrola assim: Durante 31 dias, geralmente no fim do outono ou começo do inverno, os bares inscritos no festival são visitados pelo público e por uma comitiva de jurados formada por profissionais da gastronomia, boêmios e formadores de opinião. Esses visitantes recebem uma cédula para dar uma nota quando pedem o prato inscrito no concurso. O prato campeão é aquele que obtém a maior votação.

O festival iniciou com 10 bares participantes e era limitado à cidade de Belo Horizonte. A última edição, 2008, contou com 41 inscritos e o número de cidades participantes também cresceu, levando os organizadores a criar uma variação do evento chamada "Circuito Minas".

A final do concurso – a saideira – acontece sempre em um lugar especial, onde todos os participantes se encontram e conta com a presença do público interessado em acompanhar. Durante o evento de despedida e premiação acontecem shows musicais e manifestações artísticas das mais variadas. Um bom programa para quem gosta de arte e gastronomia!

O site do evento é super atraente e possui informações interessantes e fáceis de assimilar sobre todas as edições do concurso.

Visite!
Links
Site oficial do Comida Di Boteco

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Futebol mineiro: 100 anos de paixão

O futebol mineiro completa neste ano de 2008 cem anos de paixão.
A história começa no dia 25 de março de 1908: "quando um grupo de estudantes trocou as aulas daquela quarta-feira por uma reunião no coreto do Parque Municipal, em Belo Horizonte." (site do Galo). Esta data marca o nascimento do Clube Atlético Mineiro, o mais tradicional clube de Minas Gerais.


ATLÉTICO MINEIRO

O Galo, como é conhecido, chegou a jogar com bolas de meia, venceu o primeiro torneio de futebol do Estado, cedeu o primeiro jogador fora do eixo Rio-São Paulo para a Seleção Brasileira, foi o primeiro clube de futebol mineiro a fazer um confronto internacional, e desde cedo já era conhecido como “time do povo”, devido à sua democrática opção em aceitar o ingresso de participantes de que classe fossem.



O Atlético, com sua natureza pioneira, se sagrou campeão da primeira competição interestadual profissional realizada no Brasil e do primeiro verdadeiro Campeonato Brasileiro. Foi também o primeiro clube brasileiro a ir para a Europa excursionar e voltou com o título simbólico de "campeão do gelo" e abriu as portas daquele continente ao futebol brasileiro.


Nesta história de glórias ainda consta o feito de 1969, quando o todavia alvinegro, de Dada Maravilha, se tornou a única equipe do mundo a derrotar a Seleção Brasileira, tricampeã do mundo 1 ano depois, fato este que fez com que a CBD passasse a evitar jogos da Seleção contra equipes nacionais. Um levantamento da Revista Placar apontou o Atlético Mineiro como a equipe de futebol brasileiro que mais ganhou títulos no século XX. No Campeonato Brasileiro por muitas vezes ficou em terceiro lugar, o que garantiu ao Atlético a permanência entre os líderes do ranking da CBF por muitos e muitos anos.



Esta trajetória formou uma torcida conhecida como a mais apaixonada do país. O maior patrimônio do clube, teve participações decisivas em resultados de jogos do clube, cobranças por mudanças e até mostrou bastante lealdade e compromisso com o clube ao fazer campanha para permanência de um jogador, levantando o valor necessário para garantir a contratação do atleta. Durante muitos anos consecutivos essa torcida foi dona dos maiores públicos presentes em estádios em jogos de diversos campeonatos, inclusive o brasileiro. Em 2006 o Atlético disputou a segunda divisão do Campeonato Brasileiro e a torcida não abandonou o clube, dando um show de apoio e batendo o recorde de público das três divisões do Campeonato Brasileiro. A festa de comemoração da conquista do campeonato e da volta à primeira divisão foi inigualável e precisou usar dois estádios para ser realizada.


Por ser uma equipe fora do eixo Rio-São Paulo e brava, o Atlético é muito invejado e alvo de injustiças em muitos episódios polêmicos envolvendo confrontos com arbitragens, cartolas e a imprensa do eixo em seus desafios.
Há muitas histórias para contar sobre o Galo de Minas, eu recomendo uma visitinha ao site do Clube, cujo endereço postarei abaixo.


TÍTULOS
AS PRINCIPAIS CONQUISTAS DA EQUIPE PROFISSIONAL DE FUTEBOL:
CAMPEONATOS ESTADUAIS
39 vezes - Campeão Mineiro
1915, 1926, 1927, 1931, 1932, 1936, 1938, 1939, 1941, 1942 (Invicto), 1946, 1947, 1949, 1950, 1952, 1953, 1954, 1955, 1956, 1958, 1962, 1963, 1970, 1976, 1978, 1979, 1980, 1981, 1982, 1983, 1985, 1986, 1988, 1989, 1991, 1995, 1999, 2000, 2007.
32 vezes - Vice-Campeão
Taça Minas Gerais
1975, 1976
Taça Belo Horizonte
1970, 1971, 1972

CAMPEONATOS E TORNEIOS NACIONAIS
1937 - Campeão dos Campeões (FBF)
1970 - Torneio de São José dos Campos
1970 - Torneio de Goiania
1971 - 1º Campeão Brasileiro
1978 - Campeão dos Campeões do Brasil
1977 - Vice-Campeão Brasileiro (Invicto)
1980 - Vice-Campeão Brasileiro
1999 - Vice-Campeão Brasileiro
2006 - Campeão Brasileiro da Série B
TORNEIOS E TAÇAS INTERNACIONAIS
1929 - Campeão da Taça Belo Horizonte (Contra o Victória de Setubal, então Campeão Português - Primeira Taça Internacional de Minas Gerais)
1950 - Campeão do Gelo
1972 - Campeão do Torneio de Leon (México)
1976 - Campeão do Torneio Conde de Fenosa (Espanha)
1977 - Campeão do Torneio de Vigo (Espanha)
1980 - Campeão do Torneio Costa do Sol (Espanha)
1982 - Campeão do Torneio de Paris (França)
1982 - Campeão do Torneio de Bilbao (Espanha)
1983 - Campeão do Torneio de Berna (Suíça)
1984 - Campeão do Torneio de Amsterdã (Holanda)
1990 - Campeão do Torneio de Cadiz (Espanha)
1990 - Campeão do Torneio Ramon de Carranza (Espanha)
1992 - Campeão da Copa Conmebol
1997 - Campeão da Copa Centenário de Belo Horizonte
1997 - Bicampeão da Copa Conmebol
1999 - Campeão da Taça Millenium (Estados Unidos)
1999 - Campeão da Three Continent`s Cup (Taça dos Três Continentes)
AS PRINCIPAIS CONQUISTAS DAS CATEGORIAS DE BASE:
1967 - Campeão Juvenil (Júnior) - Ziza (19 gols)
1969 - Campeão Juvenil (Júnior)- Lucinho (22 gols)
1969 - Campeão Infanto Juvenil - Aluizio (15 gols)
1970 - Campeão Juvenil (Júnior)- Angelo (5 gols)
1970 - Campeão Dente Leite - Dario (08 gols)
1971 - Campeão Infantil - Rogério, Cacá e Dezinho (01 gol cada)
1972 - Campeão Juvenil - Marcelo (09 gols)
1972 - Campeão Infanto Juvenil - Reinaldo (19 gols)
1972 - Tri-Campeão Infantil - Reinaldo (07 gols)
1973 - Campeão Juvenil - Paulinho (4 gols)
1974 - Campeão Infantil - Tatau (06 gols)
1974 - Campeão Taça São Paulo Futebol Juvenil
1975 - Campeão Juvenil - Batata (11 gols)
1975 - Campeão Infanto Juvenil - Cleber (13 gols)
1975 - Campeão Taça São Paulo Futebol Juvenil
1976 - Campeão Taça São Paulo Futebol Infantil
1976 - Campeão Infantil - Emerson (05 gols)
1976 - Campeão Juvenil - Cleber (10 gols)
1977 - Campeão Infantil - Marcos Vinicius (28 gols)
1977 - Campeão Juvenil - Célio (12 Gols)
1977 - Campeão Juvenil “Copa Itatiaia” - Cleber (04 Gols)
1978 - Tetra-Campeão Juvenil - Renato (09 Gols)
1978 - Campeão Infantil - Mauro (16 Gols)
1978 - Campeão Infanto-B- Marcos Vinicius (06 Gols)
1979 - Penta Campeão Juvenil - Ludo e Henry (12 Gols)
1979 - Bi-Campeão Infanto-B - Sérgio Araújo (20 Gols)
1980 - Hexa Campeão de Júnior - Tita (08 Gols)
1980 - Campeão Juvenil - Marcos Vinicius (20 Gols)
1980 - Campeão Infantil - Luciano (10 Gols)
1981 - Campeão Infanto-B - Marco (08 Gols)
1982 - Campeão Taça São Paulo de Futebol Júnior
1982 - Campeão Júnior - Edivaldo e Eugênio (08 Gols)
1982 - Campeão Juvenil - Marquinho (10 Gols)
1982 - Tri-Campeão Infantil - Ricardo (03 Gols)
1983 - Tetra-Campeão Infantil - Edmilson (08 Gols)
1983 - Bi-Campeão Juvenil - Marquinhos (19 Gols)
1984 - Campeão Júnior - Marquinhos (14 Gols)
1985 - Campeão Infantil - Moacir (13 Gols)
1985 - Campeão Júnior - César (23 Gols)
1986 - Campeão Infantil - Rodrigo (23 Gols)
1987 - Campeão Taça São Paulo Infantil
1987 - Campeão Juvenil - Marconi (08 Gols)
1987 - Campeão 1ª Copa Rotary Futebol Infantil - Barretos-SP
1988 - Campeão Taça Rio de Futebol Juvenil
1988 - Campeão Infantil - Kal (12 Gols)
1988 - Campeão Juvenil - Isaias (12 Gols)
1988 - Campeão Júnior - Jeferson (08 Gols)
1988 - Campeão Taça B.H Futebol Júnior
1989 - Bi-Campeão Taça B.H. Futebol Júnior
1989 - Campeão Infantil - Giuliano (09 Gols)
1990 - Campeão Infantil - Reinaldo Rosa (16 Gols)
1990 - Campeão Torneio Internacional Austrália - Infantil
1991 - Tetra-Campeão Infantil - Reinaldo Rosa (25 Gols)
1991 - Campeão Júnior - Alessandro (14 Gols)
1991 - Campeão Juvenil - Clayton (17 Gols)
1992 - Campeão Infantil - Nilo (16 Gols
1992 - Campeão Juvenil - Reinaldo (24 Gols)
1992 - Campeão Júnior - Angelo (11 Gols)
1993 - Campeão Juvenil - Cairo (16 Gols)
1993 - Campeão Mirim Taça Elmer Guilherme Ferreira - Luciney (14 Gols)
1994 - Campeão Torneio Infantil Lincoln Alves - Aloisio (09 Gols)
1994 - Campeão 1º Desafio Mineiro Infantil “Escolinha” Copa Record - Leandro (06 Gols)
1994 - Campeão 1º Super Taça São Paulo De Futebol Júnior
1994 - Campeão Mineiro Júnior - Cairo (08 Gols)
1995 - Campeão Mineiro Júnior - Bruno (11 Gols)
1995 - Campeão Taça Minas Gerais de Futebol Júnior - Kel e Bruno (03 Gols)
1995 - Campeão Infantil - Marcelo (06 Gols)
1995 - Campeão Juvenil - Willians (08 Gols)
1996 - Campeão Torneio Elmer Guilherme Ferreira Pré-Infantil - Euler e André (05 Gols)
1996 - Campeão Infantil - Afonso (07 Gols)
1997 - Campeão Júnior
1998 - Campeão Torneio Elmer Guilherme Ferreira Pré-Infantil
1999 - Campeão Copa Cavaleiro Negro (Cat.1987)
1999 - Campeão Torneio Internacional Gran Canária - Espanha (Cat.1987)
2000 - Campeão Taça Brasília Juvenil
2000 - Campeão Copa da Paz Infantil
2000 - Campeão Taça Brasília Infantil
2000 - Campeão 3ª Copa da Amizade Brasil/Japão - Infantil
2000 - Campeão Copa Internacional Pré-Infantil (Cat.1986)
2000 - Campeão Copa Internacional Pré-Mirim (Cat.88/89)
2001 - Campeão Mineiro de Juvenil - Enrico (15 Gols)
2002 - Copa Minas Gerais de Futebol Júnior - Gil (10 Gols)
2002 - Bi-Campeão Mineiro de Juvenis - Tulio (10 Gols)
2002 - Campeão da Copa Integração de Júnior
2003 - Campeão do Torneio Kvarneska Rijera (Croácia) - Júnior
2003 - Campeão da Copa Integração de Júniores
2004 - Campeão do Torneio Oberndoff (Alemanha) - Júnior
2004 - Campeão do Torneio de Gradisca - 19º Troféu Nereo Rocco - Juvenil
2005 - Campeão do Torneio Kvarneska Rivjera - Júnior
2005 - Campeão da Copa Integraçao de Futebol Infantil
2005 - Campeão do Trofeu Nereo Rocco(Italia) - Juvenil (Gradisca)
2005 - Vice-Campeão do Torneiro de Terborg - Holanda
2005 - Campeão do Torneio de Ennepetal - Alemanha
2005 - XXI Taça Bh de Futebol Júnior
2005 - Campeão Mineiro Juvenil
2005 - Campeão Mineiro Júnior
2005 - Vice-Campeão Mineiro Infantil
2006 - Bi-Campeão Torneio de Gradisca - 21º Troféu Nereo Rocco - Juvenil
2006 - Campeão da Copa Integração de Futebol Juvenil
2006 - Campeão do Torneio de Terborg - Holanda
2006 - Bicampeão Mineiro Júnior
2006 - Campeão Mineiro Juvenil
2007 - Tricampeão do Torneio de Gradisca - 22º Troféu Nereo Rocco - Juvenil
2007 - Vice-Campeão do Torneio de Ennepetal - Júnior - Paulo Henrique (4 Gols)
2007 - Campeão da Copa Integração - Júnior
2007 - Tricampeão Mineiro Júnior
*No desenrolar do blog falaremos de personagens do esporte em Minas e com isto vários jogadores do clube, sua história e sua contribuição para o esporte em Minas poderão ser revividos.

VILA NOVA

Outra equipe mineira que também comemora seu centenário em 2008 é o Villa Nova de Nova Lima. O Villa foi fundado no dia 26 de junho de 1908 por trabalhadores de uma empresa de mineração, a Saint John Del Rey Mining Company Limited.


Conhecido como “o leão do Bomfim”, o Villa tem uma história de conquistas, se sagrando como o primeiro clube tricampeão em Minas Gerais.
O Villa também inclui em suas proezas o título da Primeira Divisão do Campeonato Brasileiro de 1971, um torneio equiparado à série B nos dias de hoje, já que o que seria a série A na época, vencida pelo Atlético Mineiro, era chamado de Divisão Extra.


O Villa fez história com suas cores vermelho e branco no certame mineiro. Em 1997, decidiu o campeonato regional com o Cruzeiro. A segunda partida desse confronto, no Mineirão, obteve um marco histórico em número de pessoas presentes, 137 000, considerado o jogo com o maior público no estádio.


Dá-lhes Villa!


TÍTULOS
1932 - Campeão da Liga Mineira de Futebol
1933/1934/1935 - Tricampeão Mineiro
1937/1945/1946/1947/1953/1997 - Vice-campeão Mineiro
1951 - Supercampeão Mineiro
1968 - Copa Centro Sul do Brasil
1971 - Campeão Brasileiro da Segunda Divisão
1974 - Campeão da Copa Centro de Minas Gerais
1976 - Campeão do Torneio de Incentivo/Federação Mineira de Futebol
1977/2006 - Bicampeão da Taça Minas Gerais
1987 - Campeão do Torneio de Incentivo
1996/1997/1998/1999 - Tetracampeão Mineiro do Interior

Em 2011 o futebol mineiro comemorará mais um centenário, o América Futebol Clube, esperamos que este blog cresça e possamos registrar uma nota para esse evento!

***As fotos postadas aqui pertencem aos sites oficiais dos clubes onde podem ser encontradas muito mais. Visitem!

Links:
Site oficial do Clube Atlético Mineiro
Site oficial do Villa Nova Atlético Clube de MG

Vídeos no Youtube
Playlist de vídeos em homenagem ao Clube Atlético Mineiro
Trecho do confronto do centenário entre os dois clubes

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

"Manoel, o audaz", um hino mineiro


Vamos hoje fazer um tributo. Um tributo a um hino. Um hino mineiro. Uma música muito importante para quem curte o som de Minas. Essa música foi composta por Toninho Horta e Fernando Brant, saiu no segundo lp de Toninho Horta, em 1981, e se chama "Manoel, o audaz".

Manoel, o audaz é uma daquelas maravilhosas canções daqueles camaradas que ao fim da ditadura, ou sob o prenúncio de seu término, estamparam, na forma de sons e letras, o cenário de um tempo e de uma juventude.
A música fala de um Jipe (um Land Rover 1951 ou uma jardineira), velho e bravo companheiro de guerra, cujo nome foi inspirado em uma personagem do escritor mineiro Guimarães Rosa (que ainda terá uma lembrança aqui) em seu Grandes Sertões: Veredas, e que, subindo e descendo as montanhas, atravessando paisagens bucólicas, cruzando rios e estradas de terra, conduzia uma gurizada afoita por bem-estar e aprendizado para tudo quanto era lugar que iam.

Veja a letra:

Manoel, o Audaz
Composição: Toninho Horta e Fernando Brant

Se já nem sei
O meu nome
Se eu já não sei parar

Viajar é mais
Eu vejo mais
A rua, luz, estrada, pó
O jipe amarelou

Manoel, o audaz
Manoel, o audaz
Manoel, o audaz, vamos lá

Viajar
E no ar livre
Corpo livre
Aprender ou mais, tentar

Manoel, o audaz
Manoel, o audaz
Iremos tentar
Vamos aprender
Vamos lá


Muita gente boa gravou essa linda canção. Além de Toninho Horta, há registro de gravações de Flávio Venturini, Jane Duboc, Tadeu Franco, Beto Guedes, em espanhol com Victor Biglione. Mas a versão que mais me impressiona e que impressionará por muito e muito tempo ainda é a mais conhecida gravada por Lô Borges. Aquele solo de violão nos transporta e impregna em nossas mentes ambientes típicos de Minas: com montanhas, corredeiras, cascatas, porteiras, carro-de-boi, mata-burro... e parece não terminar nunca! E é assim que desejamos quando escutamos: que a música jamais termine.

Links:
Manuel, o audaz com Tadeu Franco e Toninho Horta.

Youtube
Várias execuções da música

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Isis Valverde: A bola da vez!

Que me perdoem as superpoderosas que listei em um dos posts anteriores, mas nenhuma mineira sacode mais o meio artístico em matéria de exposição na mídia atualmente quanto o furacão Isis Valverde.
Isis, que é de Aiuruoca, uma cidadezinha perto de Juiz de Fora, atingiu seu glamour com a personagem que vive seus instantes finais na novela Beleza Pura. Já no primeiro capítulo, a musa anunciou que viria por aí uma revelação pra lá de bombástica.
FOTO: http://imagem.vilamulher.com.br
Sua personagem, a gostosa burra Rackelly dos Santos, tinha tudo para tornar qualquer uma que a vivesse em um estrondoso sucesso. Divertida às pampas, ingênua, travessa, elétrica e até desengonçada em alguns momentos, no decorrer da novela, entre falas erradas e um choro estridente peculiar, a personagem foi ganhando atenção dos telespectadores e colocando em segundo plano até mesmo as personagens e os dramas centrais da trama. É claro que Isis deu um trato todo especial na maluca, que chegamos a pensar que, mesmo com tanta ajuda das características que fizeram Rackelly vingar, a personagem tivesse sido criada sob medida para a jovem atriz.
O papel fez Isis viver não só um boom de sucesso como atriz, mas também a colocou na mira dos "tarados televisivos" que nem se deram conta da presença da estonteante Carol Castro, que também participa da novela, e a transformaram em um novo símbolo sexual. Isis também ganhou contratos interessantes em vários reclames, entre eles uma propaganda ao lado de um outro mineiro ilustre, Pelé.
Parabéns, Isis, pelo fenômeno!!!!


Ficha da Atriz
Telenovelas
* 2008 - Beleza Pura .... Rakelly Santos Ferreira
* 2007 - Paraíso Tropical .... Telma Linhares
* 2006 - Sinhá Moça .... Ana do Véu (Ana Luísa Maria Teixeira)

Cinema
* 2007 - Ré Bemol (curta Metragem)

Vídeos no Youtube
Isis Valverde no Youtube

domingo, 7 de setembro de 2008

Enduro da Independência

Hoje é o dia da Independência do Brasil então vou falar de um evento muito bacana que ocorre sempre nesta data nas terras de Minas e Rio de Janeiro: o Enduro da Independência.


Trata-se de uma competição entre motoqueiros que percorrem um caminho inaugurado por D. Pedro I. Conta-se que em 1822, D. Pedro e sua comitiva de 8 pessoas buscava apoio dos mineiros na causa da libertação do País. Cavalgou durante 15 dias por um trajeto que ficou conhecido como "Caminho novo" e mais tarde como "Estrada real". Hoje esse trajeto é um percurso turístico bem estruturado e que leva pessoas a conhecerem fascinantes cidades e localidades do Rio e de Minas Gerais que se situam nas dependências desse percurso.
O Trail Clube de Minas Gerais contou com apoio da Honda e da Rede Globo para realizar a primeira edição do evento em 1983. Foram necessários 5 meses de preparação(que incluiu até levantamentos de registros históricos).
Seriam 800 km a serem percorridos em 3 dias. 440 motos e 220 duplas de pilotos enfrentariam situações diversas como chuva, lama, poeira, frio, e cansaço pelas trilhas da Estrada Real. Bem ao estilo do competidor de trilha.


No dia 4 de setembro foi dada a largada simbólica, no Rio de Janeiro, na Quinta da Boa Vista. Todas as motos desfilaram, juntamente com os carros de apoio, fazendo uma grande festa. Mas a coisa "pra valer" mesmo aconteceria no dia 5, uma segunda feira chuvosa e fria. As duplas começaram a largar às 7 da manhã, partindo para a 1ª etapa, que seria até Barbacena, numa distância de 350 km.
Dai pra frente, os dias que se seguiram foram de muito esforço e aventura. Das 440 motos que partiram do Rio, pouco menos de 300 chegaram a Belo Horizonte, entre elas uma heróica Yamaha TT 125 do carioca Jorge Antunes, que além de vencer todas as enormes dificuldades do Enduro, ainda teve que percorrer os últimos 10 quilômetros, rebocando a FBM 125 de seu parceiro Antonio Nogueira, que ficou sem combustível.
A primeira edição deste evento foi bastante divulgada e fez um estrondoso sucesso em Belo Horizonte. A partir daí houve um crescimento ainda maior do interesse por competições motociclísticas dentre os aventureiros e amantes de esporte radical na cidade e também pela busca por localidades com potencial para a prática de esportes radicais de qualquer natureza e pelas cidades históricas de Minas. Até um pouco surpreendetemente, já que motocicletas são veículos poluidores, o interesse pela preservação da natureza também teve destaque nessa época.
Verifique no site motosclassicas70 uma cobertura completa dessa primeira edição. Muita foto e curiosidade! Vale bem a pena, para quem curte ou viveu esse momento, dar uma conferida!

O Enduro hoje
Hoje o evento está bastante alterado. As participações e o interesse da mídia em promovê-lo naturalmente foram aumentando com o passar dos anos e mudanças nas características da competição foram inevitáveis. Mas as características principais como a garra dos pilotos, a aventura, a natureza como pano de fundo e a História em foco foram preservadas.
Veja como é o Enduro da Independência hoje no site do Trail Club de MG.

Vrum... vrum... Lembranças: Evel Knievel, Wayne Raynei, Alexandre Barros, Paraguaio, Devlin, o motoqueiro...

Vídeos no Youtube
Várias edições do Enduro.

sábado, 6 de setembro de 2008

As mineiras superpoderosas!!!

Daniella Cicarelli, Débora Falabella e Natália Guimarães são três mineiras que estão em alta. Seja nas telas ou nas passarelas, as poderosas mandam ver e não fazem feio: são sempre atração na mídia.


DANIELA CICARELLI - Já vão longe os idos dos pequenos trabalhos em Belo Horizonte e o ano de 2001, quando a modelo deu seu grande passo para o sucesso em um comercial da Pepsi. Depois disso vieram telenovelas, apresentação de programas na MTV, casamentos fulminantes e... escândalos! Dentre eles um vídeo não autorizado flagrando a modelo em um momento íntimo com o namorado numa praia da espanha. Um episódio que causou uma grande dor-de-cabeça à Daniela, que precisou entrar na justiça contra gigantes da internet, e que ameaçou abalar sua carreira e contratos, mas que ao final acabou se abafando.

FOTO: Wikipedia.

Atualmente Daniela apresenta aos domingos o programa Quem Pode Mais na TV Bandeirantes. Um game-show destinado aos jovens, no melhor estilo "homens X mulheres" e que conta com a espontaneidade e simpatia da artista para enfrentar a difícil competição no horário.
Grande sucesso para você, conterrânea!


DÉBORA FALABELLA - Já aos doze anos Débora fazia teatro amador em Belo Horizonte. Aos quinze, participou profissionalmente da peça Flicts, do escritor Ziraldo. Mas foi em Malhação da Rede Globo que Débora chegou às telas, um trabalho em que a atriz não se deu muito bem por problemas de adaptação ao ambiente da série.
Débora voltou a atuar em peças em BH, enquanto participava de episódios do seriado Mulher.


Em 2001 chegou o grande momento de Débora: a personagem Mel da novela O Clone, uma garota bem comportada de classe média alta, mas que se envolveu com drogas mudando de vez seu curso na sociedade. Débora chamou bastante atenção ao executar essa personagem com bastante intensidade e convencimento. Na época, muitas famílias que enfrentavam em casa problemas parecidos tentavam conscientizar seus doentes de suas atitudes, através do drama dessa personagem. Um sucesso tão grande que quase não se via capítulo em que não houvessem pelo menos uma cena com a atriz e os demais coadjuvantes de seu núcleo, que também fizeram bastante sucesso (Tiago Fragoso e Viviane Victorette).

FOTO: Globo.com


Ficha da atriz
Na televisão
* 2007 - Duas Caras ....Júlia de Queiroz Barreto
* 2006 - Sinhá Moça .... Sinhá Moça (Maria das Graças Ferreira)
* 2006 - JK .... Sarah Lemos Kubitschek (1ª fase)
* 2004 - Senhora do Destino ....Duda (Maria Eduarda Corrêa de Andrade e Couto)
* 2004 - Um Só Coração....Rachel Rosenberg
* 2003 - Agora É que São Elas ....Léo (Leonarda Mendes Galvão)
* 2001 - Um Anjo Caiu do Céu .... Cuca
* 2001 - O Clone .... Mel (Milena Ferraz)
* 1999/01 - Chiquititas Brasil .... Estrela
* 1998 - Malhação .... Antônia
No cinema
* 2007 - Primo Basílio .... Luísa
* 2006 - 5 Mentiras.... Chucky
* 2004 - Cazuza - O Tempo Não Pára .... Dani (Denise Dumont)
* 2004 - A Dona da História .... Carolina (jovem)
* 2003 - Lisbela e o Prisioneiro .... Lisbela
* 2002 - Dois Perdidos Numa Noite Suja .... Paco (Rita)
* 2001 - Françoise (curta-metragem) .... Françoise
No teatro
* 2008 - A serpente
* Noites brancas
* O Continente Negro
Prêmios












Ano Categoria Festival Trabalho Notas
2001

2001

2001

2002

2002

2004

2004

2005

2008

2008
Special Mention
Short Film Competiton 35mm - Best Actress (Curta em 35mm - Melhor Atriz)
35mm Short Films - Best Actress (Curtas 35 mm - Melhor Atriz)
Atriz Revelação
Melhor Atriz
Melhor Atriz
Melhor Par Romântico
Melhor Par Romântico
Melhor Atriz
Melhor Par Romântico
Première Brazil
Golden Kikito
Candango Trophy
Domingão do Faustão
Candango Trophy
Cinema Brazil Grand Prize
Prêmio Contigo
Contigo
Contigo
Contigo
Françoise
Françoise
Françoise
O Clone
Dois Perdidos Numa Noite Suja
Dois Perdidos Numa Noite Suja
Agora É Que São Elas
Senhora do Destino
Duas Caras
Duas Caras
Vencedora

Vencedora

Vencedora

Vencedora

Vencedora

Vencedora

Indicada

Indicada

Indicada
Indicada

FONTE: Wikipedia.



NATÁLIA GUIMARÃES - Sobre a juizforense Natália Aparecida Guimarães (25 de dezembro de 1984), vencedora do Miss Brasil de 2007, vou emprestar parte do texto constante na Wikipedia (grande fonte mundial de informações!).

Natália iniciou sua carreira aos quinze anos, trabalhou na Ford Models e morou um ano em Nova Iorque, onde estudou inglês. Nessa época, recebeu convites para trabalhar na Ásia e na Europa. Cursa Arquitetura e Urbanismo na PUC Minas.

Polêmica em 2005

Em 26 de novembro de 2005, Natália representou Newark, Nova Jersey, no tumultuado Concurso Miss Brasil-USA 2005, em Fort Lauderdale, na Flórida. No concurso, a eleita foi a catarinense Fernanda Quint Campos, de vinte e três anos, representando a cidade de Orlando. Na época, o pai de Natália, o empresário e advogado Gilberto Antônio Guimarães não ficou satisfeito com o resultado que elegeu sua filha como Miss Fotogenia e exigiu a verificação das fichas de votação dos jurados, solicitando por escrito do presidente do Miss Brasil-USA, o produtor Cacá Santos, uma averiguação do resultado. Na ocasião, Gilberto declarou à imprensa que estava tomando todas as providências judiciais cabíveis para esclarecimento do fato, colocando em dúvida a idoneidade do resultado da votação. Natália, por sua vez, acompanhou o desenrolar da polêmica, disse que vários jurados falaram que haviam votado nela e gostaria de provas de que não houve fraude. Entretanto, nada foi provado. Na época, Natália afirmou a um orgão de imprensa voltado aos imigrantes brasileiros nos EUA que já havia participado de muitos concursos, tendo vencido alguns e outros não, e sua idade era, em 2005, 20 anos, conforme a mesma reportagem.


Miss Brasil e Miss Universo

Natália foi a candidata escolhida dentre vinte e sete mulheres na edição do concurso Miss Brasil de 2007. No concurso de Miss Minas Gerais, Natália representou a capital Belo Horizonte. Ela também foi a vencedora do Top Model of the World 2006, mas renunciou ao título no dia 19 de abril do ano seguinte porque decidiu disputar o Miss Universo como representante brasileira. O regulamento do Top Model of the World proíbe a participação da vencedora em outros concursos de beleza internacionais.

Após sua coroação, Natália fez a seguinte declaração à imprensa:

"Não adianta ser só bonita. É preciso algo que venha de dentro para sustentar a beleza. A mulher deve ser elegante, ter cultura, assumir sua postura diante da sociedade e tem que ter cuidado para não se tornar vulgar nem arrogante."


Natália acabou o Miss Universo como segunda colocada, colocação que não era obtida pelo Brasil desde 1972. Terminou o concurso atrás apenas da japonesa Riyo Mori, fato que foi comentado pela imprensa internacional e pelas bancas de apostas, que a colocavam entre as duas mais cotadas para o título, juntamente com a Miss Venezuela.

As únicas brasileiras que venceram o concurso Miss Universo foram a gaúcha Ieda Maria Vargas e a baiana Martha Vasconcellos, respectivamente em 1963 e 1968.

Entrevistada após o resultado do concurso, Natália declarou:

"Não esperava perder para a Miss Japão. Estava apreensiva por causa da Miss Venezuela, que é linda. Acho que Riyo ganhou porque tinha o melhor lobby. Não era a mais preparada."

Convites após o Miss Universo

A segunda colocação no Miss Universo 2007 rendeu outros convites para Natália Guimarães. Ela foi sondada para ser capa da revista Nova e garota-propaganda da conceituada grife Victoria's Secret. Além disso, participou da festa de abertura dos Jogos Panamericanos de 2007, desfilando ao lado dos atletas.

No início de julho de 2007, Natália teria feito testes para integrar o quadro de apresentadores da Band, emissora que transmite os dois concursos na TV aberta. A assessoria da miss confirmou essa informação ao portal de notícias G1, das Organizações Globo. Em 2008, Natália foi rainha de bateria da Vila Isabel. Antes do carnaval carioca, no entanto, a Miss Brasil 2007 gravou uma pequena participação na telenovela Dance Dance Dance, da própria Band.

Novelas
2007 - Dance Dance Dance - Natália Guimarães
2008 - Caminhos do Coração - Ariadne (Mulher Aranha)
2008 - Os Mutantes - Caminhos do Coração - Ariadne (Mulher Aranha)

Medidas
Altura: 1,75m
Busto: 90cm
Cintura: 60 cm
Quadril: 93 cm
Títulos









Concurso Local Ano
Miss Minas Gerais
Top Model Of The World
Miss Brasil
Vice-Miss Universo
Belo Horizonte
China
Rio de Janeiro
México
2006
2006
2007
2007


Parabéns charmosas, graciosas, encantadoras, talentosas mineiras superpoderosas!

Vídeos no Youtube
Propaganda da Pepsi que lançou Dani Caicarelli
Daniela Cicareeli no Programa do JÔ
Programa "Quem pode mais" da Bandeirantes
Cena da personagem Mel na novela O Clone
Outro grande momento de Débora: Duas Caras
Natália Guimarães no Miss Brasil 2007
Natália Guimarães no Miss Universo
Cena de Natália Guimarães na novela Caminhos do Coração

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Mineiro na Fórmula 1??? Porque não?


Sim, porque não???


Campeão?

Bem, será possível na Fórmula 1, onde o círculo de campeões é tão pequeno, tão condensado, e tão dependente de outras políticas que não apenas o talento dos pilotos e a potência das máquinas, que qualquer ocorrência de gentio seja consagrada com um campeonato?
Não, né?

Agora... marcante?
Bem, vamos aos fatos.
Não estou falando de possibilidades mais recentes como Cristiano da Mata. Os idos aqui são outros. Voltemos aos saudosos anos 70 e vamos lembrar um grande piloto brasileiro e sua contribuição para o esporte. O texto que se segue emprestei da Wikipedia, porque não havia razão para montar um, já que este que encontrei está perfeito. Méritos ao autor, cujo nome não encontrei para creditar aqui. Fica então o crédito à Wikipedia.

Alex Dias Ribeiro (Belo Horizonte,7 de novembro de 1948) é um ex-piloto brasileiro de Fórmula 1.

Ex-piloto de Fórmula 1, Campeão Brasileiro de F. Ford, vice-campeão inglês e europeu de F3, número 1 no ranking dos pilotos brasileiros em 1973, Alex dirige a organização Atletas de Cristo, que reúne mais de 7.500 atletas de diversas modalidades.

Nas Olimpíadas de 1988 e Copas do Mundo da Itália 90, USA 94, França 98 e Coréia /Japão 02, ele atuou como capelão dos atletas cristãos da Seleção Brasileira. Palestrante, radialista e escritor, Alex tem três best sellers publicados. Um deles foi traduzido para o inglês, espanhol e árabe e outro ganhou o prêmio ABEC de melhor biografia do ano, totalizando 80.000 livros vendidos.

Disputou 10 GPs, obtendo o 8º lugar como sua melhor colocação nos GPs da Alemanha e Canadá em 1977.


Alex em seu March. Reparem nas mensagens 'Cristo Salva'.
"FOTO: Alex em seu March. Reparem nas mensagens 'Cristo Salva'."



Mesmo apelidado de 'Terror da F-3', pela imprensa inglesa da década de 1970, o brasileiro Alex Dias Ribeiro ficou conhecido mundialmente como o piloto que "pisando fundo, levava o nome de Cristo para os quatro cantos do mundo". Mineiro de Belo Horizonte, com mais de 35 anos dedicados ao esporte, 12 deles ao automobilismo.

Carreira: 218 corridas, 24 vitórias, 16 categorias do kart à Fórmula 1.

Títulos: bicampeão brasiliense de kart; campeão brasileiro de F-Ford, em 1973; campeão da F-3 inglesa, em 1974; campeão da taça européia de F-3, em 1975.

Trajetória
  • 1968 - Prêmio Victor - Piloto revelação do ano
  • 1969 - Piloto do ano, Brasília
  • 1970 - Campeão brasiliense de kart
  • 1971 - Bicampeão brasiliense de kart
    • Estréia na Fórmula Ford
  • 1972 - Vice-campeão brasileiro de Fórmula Ford
  • 1973 - Campeão brasileiro de Fórmula Ford
    • Primeiro colocado no ranking brasileiro de pilotos
  • 1974 - Vice-campeão inglês de Fórmula 3
    • Estréia na Fórmula Atlantic
  • 1975 - Vice-campeão europeu de Fórmula 3
    • Vários recordes e vitórias na Europa
    • Estréia na Fórmula 2
  • 1976 - Quinto colocado no Campeonato Europeu de Fórmula 2
    • Estréia na Fórmula 1 pilotando um Hesketh 308-C
  • 1977 - Disputou o Campeonato Mundial de Fórmula 1 pela equipe March
  • 1978 - Disputou o Campeonato Europeu de Fórmula 2 com vitória em Nürburgring
  • 1979 - Disputou os GPs de San Marino, Canadá e Estados Unidos pela Equipe Copersucar de Fórmula 1
  • 1983 - Volta às pistas disputando o Campeonato Brasileiro de Marcas e Superkart
  • 1984 - Disputou o Campeonato Brasileiro de Marcas
  • 1988 - Participou do Campeonato Brasileiro de Fórmula Ford e do Campeonato sul-americano de Fórmula 3
  • 1992 - Disputou o Campeonato sul-americano de Fórmula 3
  • 1999/2001 - Piloto do Medical Car da FIA na Fórmula 1 e Fórmula 3000
Me lembro de ter assistido pela tv algumas corridas do Alex. Uma época em que era possível acompanhar a F1 pela Globo.

Grande Alex! Fica aí o registro.